Diversidade e inclusão: o que sobra quando a tendência passa?

Nos últimos meses, venho acompanhando alguns sinais com uma inquietação que não consigo exatamente nomear. Isolados, cada um deles seria irrelevante. Juntos, contam uma história que me preocupa e que acho que vale a pena contar em voz alta.
A maior Parada do Orgulho LGBTQIA+ do mundo perdeu cerca de 60% dos seus patrocínios privados. Nos Estados Unidos, as referências a programas de diversidade, equidade e inclusão simplesmente sumiram dos relatórios das maiores empresas: um levantamento do The Conference Board, de 2025, registrou uma queda de 68% nessas menções. Empresas que até pouco tempo atrás faziam questão de associar suas marcas ao tema passaram a tratá-lo com uma cautela que, se não fosse trágica, seria cômica.
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