Artigo
14/9/2026

A razão social diz “Advogados” – mas em que negócio está sua marca?

Em um mercado com mais de 1,4 milhão de advogados, escritórios precisam ir além da identificação da atividade para construir marcas com posicionamento, cultura e proposta de valor próprios.
Autoria
Igor Caitano
Head de Marketing e Negócios
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Theodore Levitt, um dos pioneiros do marketing moderno, fez uma pergunta há quase 70 anos: “em que negócio você está?”. Responder é bem simples, concorda? Vamos ver.

Levitt contou, em um dos artigos mais lidos da história da Harvard Business Review, a história das ferrovias americanas, que decaíram porque se acharam ferroviárias quando eram transportadoras. O cliente foi embora de carro, de caminhão e de avião. Ele chamou aquilo de erro de análise. Mesmo caso da boa e velha Kodak, que também perdeu o bonde da transformação do negócio e (quase) sumiu.

Passei vinte anos em banco, um negócio que não vai sumir tão cedo, mas que vive em transformação constante e vai deixar muita gente no meio do caminho. Mas aí já não é problema meu. Quero falar do mundo jurídico, onde cheguei faz um ano e comecei uma reflexão sobre eventuais “erros de análise” no segmento, claro que dentro da parte que me cabe nesse latifúndio, ou seja, marca e marketing.

Uma das primeiras perguntas que fiz: por que escritório de advocacia precisa se chamar de ‘advogados’ e as demais variações que vemos por aí?

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Leia o artigo completo no Migalhas.

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